Categoria: Economia

  • Como calcular o 13º salário: guia simples para entender o seu direito






    Como calcular o 13º salário | Blog do Muka








    Utilidade Pública

    Como calcular o 13º salário

    Guia direto ao ponto para saber quanto você vai receber, quando cai e o que desconta.

    O 13º salário (gratificação natalina) é um direito garantido a trabalhadores e aposentados. Abaixo você encontra o passo a passo, exemplos e um simulador interativo para descobrir o valor líquido do seu 13º.

    📅 Quando é pago?

    • 1ª parcela: até 30 de novembro (ou adiantada nas férias, se solicitado).
    • 2ª parcela: até 20 de dezembro (com descontos de INSS e, se devido, IRPF).

    Regra dos 15 dias: o mês só conta para o 13º se você trabalhou mais de 15 dias nele.

    🧮 Cálculo em 2 passos

    1. Divida o salário-base por 12.
    2. Multiplique pelo número de meses computados no ano.
    Fórmula: 13º = (Salário ÷ 12) × Meses válidos

    📘 Exemplos práticos

    1) Ano completo

    Salário: R$ 3.000 • Meses válidos: 12
    13º = 3000 ÷ 12 × 12 = R$ 3.000

    2) Entrada no meio do ano

    Salário: R$ 3.000 • Meses válidos: 8
    13º = 3000 ÷ 12 × 8 = R$ 2.000

    3) Jornada parcial

    Se você recebe R$ 1.600 (30h/semana) e trabalhou 10 meses válidos:

    13º = 1600 ÷ 12 × 10 = R$ 1.333,33

    4) Parcelas

    Parcela Base O que acontece
    ~50% do 13º É adiantamento, sem descontos.
    Diferença até 100% Aplica INSS e possível IRPF.

    🧮 Simulador do 13º (2025)

    Considera tabela do INSS 2025 (progressiva) e do IRPF 2025 (vigente desde mai/2025) com opção de dedução simplificada (R$ 607,20) ou legais (INSS + dependentes + pensão).






    Lembrete: um mês só entra na conta se você trabalhou mais de 15 dias. Ajuste “Meses válidos”.

    ❓ FAQ — Perguntas rápidas

    Fiquei afastado pelo INSS. Conta para o 13º?

    Períodos de auxílio-doença contam de forma distinta: a empresa paga a parte proporcional ao que trabalhou e o INSS complementa nos casos previstos. Verifique seu extrato e comunique o RH.

    Recebo comissões. Como calcular?

    Para salário variável, usa-se a média das verbas variáveis no período de referência (ex.: média dos últimos meses). Confira a política interna e o acordo coletivo.

    Fui demitido(a). Tenho direito proporcional?

    Sim, exceto por justa causa. Na rescisão, o 13º proporcional é calculado pelos meses válidos do ano.

    Posso antecipar junto com as férias?

    Sim. Solicite ao RH conforme prazos internos (geralmente 30 dias antes das férias).

    ⚖️ Base legal

    Lei nº 4.090/1962 (institui a gratificação de Natal) e Decreto nº 57.155/1965 (regulamentação). Convenções e acordos coletivos podem detalhar procedimentos específicos.

    décimo terceiro
    direito trabalhista
    cálculo do 13º
    INSS
    IRPF

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  • Transporte coletivo: veto ao IPTU expõe velhas perguntas sem resposta

    A prefeita de Ponta Grossa, Elizabeth Schmidt (União Brasil), vetou nesta segunda-feira (25) a emenda do vereador Guilherme Mazer (PT) que previa destinar 50% do IPTU para o transporte coletivo. O motivo? O veto é sustentado pelo artigo 167, IV, da Constituição Federal, que proíbe vincular impostos diretamente a fundos ou despesas específicas.Na prática, a proposta era ilegal e inconstitucional, como confirmou o próprio jurídico da Prefeitura. Ainda assim, passou por comissões da Câmara e foi aprovada por 12 votos a 6 — um retrato da fragilidade técnica ou do oportunismo político de parte dos vereadores.

    A polêmica que ninguém responde

    O transporte coletivo em Ponta Grossa segue sendo um dos temas mais criticados pela população. A empresa concessionária, VCG, mantém um contrato que deveria ter terminado em 2020, mas já foi prorrogado três vezes, sempre com o aval dos vereadores. A tarifa técnica é de R$ 7,43, mas o usuário paga R$ 5,00 — diferença que sai do bolso do contribuinte.E em meio a essa confusão, surgem perguntas incômodas que continuam sem resposta:

    “E o fundo do transporte? E os outdoors dos ônibus? E as lanchonetes que utilizam os terminais há anos? Pra onde vai esse dinheiro? E o fundo sindical colocado na planilha que impacta na tarifa? Nenhum vereador votou isso ainda?”

    Esses questionamentos revelam que o problema não é apenas de “falta de dinheiro”, mas de falta de transparência. Há receitas que poderiam aliviar o peso da tarifa, mas que nunca entram na discussão.

    O que está em jogo

    Enquanto vereadores apresentam emendas sabidamente inconstitucionais, a cidade segue sem respostas sobre:

    • A fiscalização real das receitas da VCG;
    • A gestão de espaços públicos como lanchonetes em terminais;
    • O destino da verba de publicidade nos ônibus;
    • E até mesmo a inclusão de fundos sindicais que aumentam artificialmente a tarifa.

    O veto da prefeita era previsível. O que não pode ser previsível é o silêncio sobre as verdadeiras fontes de receita que poderiam ser revertidas em benefício direto ao usuário do transporte público.

    O transporte coletivo em Ponta Grossa segue sendo um dos temas mais criticados pela população. A empresa concessionária, VCG, mantém um contrato que deveria ter terminado em 2020, mas já foi prorrogado três vezes, sempre com o aval dos vereadores. A tarifa técnica é de R$ 7,43, mas o usuário paga R$ 5,00 — diferença que sai do bolso do contribuinte.

    #PelaQualidadeDeVidaNosBairros

    ✍️ Samuel Sleiman – Blog do Muka “Não é ataque. É transparência.”

  • Paraná terá o menor IPVA do Brasil a partir de 2026

    O governador Ratinho Junior anunciou uma medida considerada histórica: a redução de 45% no IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores). A alíquota, que hoje é de 3,5%, passará para 1,9% a partir de 2026, transformando o Paraná no estado com o menor imposto sobre veículos do país.

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  • ESCALA 6X1: TRABALHO DIGNO, DESCANSO NECESSÁRIO

    Como equilibrar os prós e contras da escala 6×1 com a lição de Deus sobre trabalho e descanso? Descubra reflexões práticas e humanas sobre essa jornada semanal.

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  • Alternativas à Gestão Pública Sem Impostos: Uma Nova Perspectiva para o Futuro

    Gestão Pública sem Impostos: Soluções Inovadoras à Vista? Governos ao redor do mundo estão explorando alternativas criativas para aliviar a dependência dos impostos. Descubra como Parcerias Público-Privadas, receitas de patrimônio público e emissão de títulos podem revolucionar a administração pública sem sobrecarregar os contribuintes. Quer saber mais sobre essas estratégias e o cenário brasileiro? Clique aqui para continuar lendo!

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  • Portabilidade do Saldo Devedor do Cartão de Crédito Começa em Julho

    A partir de julho, os consumidores brasileiros poderão usufruir de uma nova possibilidade para aliviar o peso das dívidas no cartão de crédito.

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  • Itaipu Binacional firma investimento de R$ 17,1 milhões em Ponta Grossa (PR).

    Valor será utilizado em microdrenagem e pavimentação asfáltica de ruas na na região do Rio Ronda. Valor total da obra é de quase R$ 32 milhões.

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  • Lula Afirma que é Barato Cuidar dos Pobres e que Cuidar dos Ricos é que Custa Caro: Análise e Impacto

    Durante um evento no Maranhão, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez uma declaração que gerou ampla repercussão: “É barato cuidar do povo pobre e que ‘cuidar de rico’ é o que custa caro.” A fala ocorreu durante o anúncio de pacotes de investimento para o estado e reflete uma análise crítica sobre os custos comparativos dos programas sociais destinados aos mais pobres em contraste com os benefícios fiscais que favorecem uma parcela menor e mais rica da população.

    Por Samuel Sleiman Mouchaileh Neto, Administrador Social, CRA/PR 33049


    A Perspectiva dos Pobres:

    Lula enfatiza que investir em programas sociais voltados para os mais necessitados, como o Bolsa Família, representa um custo relativamente baixo para o governo com benefícios amplos e significativos. O Bolsa Família, por exemplo, custa aproximadamente R$ 6 bilhões por ano e beneficia cerca de 21 milhões de pessoas. Esse programa tem um impacto direto na vida das famílias em situação de pobreza, ajudando-as a atender necessidades básicas como alimentação, saúde e educação, o que pode melhorar significativamente sua qualidade de vida com um investimento relativamente modesto.

    Comparação de Custos:

    Para ilustrar a visão de Lula, a comparação entre os custos do Bolsa Família e das desonerações fiscais é esclarecedora. Enquanto o Bolsa Família custa R$ 6 bilhões por ano e alcança milhões de brasileiros, as desonerações fiscais somam R$ 15,8 bilhões e beneficiam um número muito menor de indivíduos e empresas. As desonerações fiscais geralmente visam estimular o investimento e o crescimento econômico, mas seus benefícios diretos são percebidos principalmente pelos mais ricos, com impactos menos diretos para o restante da população.

    Eficácia dos Gastos Públicos:

    Programas Sociais: O Bolsa Família é um exemplo de como uma quantia relativamente pequena de recursos pode ter um impacto profundo na redução da pobreza e na melhoria do bem-estar social. O programa não só ajuda as famílias a satisfazer suas necessidades imediatas, mas também contribui para a mobilidade social e a inclusão econômica, gerando benefícios duradouros para a sociedade.

    Desonerações Fiscais: Por outro lado, as desonerações fiscais representam um custo elevado para o governo e frequentemente favorecem aqueles que já possuem mais recursos. Embora possam contribuir para o crescimento econômico em alguns casos, o alto custo e a concentração dos benefícios levantam questões sobre sua eficácia e justiça social, especialmente quando comparados ao impacto mais amplo e equitativo dos programas sociais.

    A Realidade dos Gastos Públicos:

    A declaração de Lula traz à tona uma questão importante sobre as prioridades nos gastos públicos. Ele sugere que, ao focar em políticas que beneficiem a maioria da população, especialmente os mais necessitados, o governo pode alcançar um impacto maior e mais positivo com menos recursos. Em contraste, manter e ampliar benefícios fiscais para os ricos pode ser muito mais custoso e menos eficaz em termos de distribuição de benefícios e justiça social.

    Conclusão:

    Lula destaca que pequenas intervenções podem ter um grande impacto na vida dos pobres, enquanto manter os privilégios dos ricos exige investimentos substancialmente maiores. A comparação entre o Bolsa Família e as desonerações fiscais ilustra bem essa afirmação, sugerindo que investir em programas sociais é não só mais econômico, mas também mais justo e eficaz na promoção de uma sociedade equilibrada e equitativa.


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  • Descubra Se Seu CPF Está Na Lista Para Receber R$ 1.420 Da Caixa Econômica

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