Tag: saúde

  • Cabelos brancos podem indicar mecanismo natural do corpo contra o câncer, aponta estudo

    Cabelos brancos podem indicar mecanismo natural do corpo contra o câncer, aponta estudo

    Cabelos brancos podem indicar mecanismo natural do corpo contra o câncer

    Cabelos brancos podem indicar mecanismo natural do corpo contra o câncer, aponta estudo

    Por Pedro Silvini • 13/01/2026 • Ciência & Saúde
    Cabelos brancos e envelhecimento

    Símbolo clássico do envelhecimento, os cabelos brancos podem ter um significado que vai além da estética. Um estudo recente divulgado pela BBC News e publicado na revista científica Nature Cell Biology aponta que o surgimento dos fios grisalhos pode estar relacionado a um mecanismo natural do organismo para impedir o desenvolvimento de câncer, especialmente o melanoma, um tipo agressivo de câncer de pele.

    O papel das células-tronco dos melanócitos

    A pesquisa concentra-se nas chamadas células-tronco dos melanócitos, responsáveis por originar os melanócitos — células que produzem melanina, o pigmento que dá cor ao cabelo e à pele. Essas células ficam armazenadas nos folículos capilares e, ao longo da vida, são ativadas para manter a pigmentação dos fios.

    Ilustração científica do folículo capilar

    Segundo os pesquisadores, quando essas células sofrem danos graves no DNA, como quebras duplas, elas entram em um processo chamado de seno-diferenciação. Nesse mecanismo, as células amadurecem de forma irreversível e deixam de se renovar, o que resulta na perda de pigmentação e no surgimento dos cabelos brancos.

    “Auto-sacrifício” celular como estratégia de defesa

    “Essas descobertas mostram que a mesma população de células-tronco pode seguir destinos opostos — exaustão ou expansão — dependendo do tipo de estresse e dos sinais do microambiente.”

    — Emi Nishimura, Universidade de Tóquio

    De acordo com a pesquisadora, esse processo funciona como uma espécie de “auto-sacrifício” celular. Ao interromper sua capacidade de se multiplicar, a célula danificada reduz o risco de acumular mutações que poderiam dar origem a tumores.

    Nesse contexto, o cabelo grisalho seria uma consequência visível de um mecanismo interno de proteção biológica, e não apenas um sinal de envelhecimento.

    Quando o mecanismo falha, o risco aumenta

    Exposição ao sol e câncer de pele

    O estudo também aponta que esse sistema de proteção pode falhar em situações como exposição excessiva à radiação ultravioleta ou a substâncias químicas carcinogênicas. Nesses casos, as células continuam se renovando mesmo com danos no DNA, aumentando o risco de proliferação descontrolada e desenvolvimento de tumores, como o melanoma.

    Segundo os autores, o embranquecimento dos cabelos e o câncer de pele não devem ser vistos como eventos isolados, mas como respostas distintas do organismo ao estresse celular.

    Pedro Silvini
    Jornalista em formação pela Universidade de Taubaté (UNITAU), colunista de conteúdo social e opinativo. Apaixonado por cinema, música, literatura e cultura regional.
  • Morre Isabel Veloso, influenciadora que compartilhava luta contra câncer, aos 19 anos

    Morre Isabel Veloso, influenciadora que compartilhava luta contra câncer, aos 19 anos

    Jovem relatava rotina de tratamento nas redes sociais desde a adolescência; ela deixa o marido e um filho de 1 ano

    Por Blog do Muka • 10 de janeiro de 2026

    Isabel Veloso
    Isabel Veloso, influenciadora que compartilhava sua jornada de saúde nas redes sociais
    Colagem com fotos de Isabel Veloso
    Colagem com momentos da influenciadora durante seu tratamento

    A influenciadora digital Isabel Veloso morreu neste sábado (10), aos 19 anos, em decorrência de complicações relacionadas a um câncer. A jovem estava internada desde novembro no Hospital Erasto Gaertner, em Curitiba, referência no tratamento oncológico no Paraná.

    Isabel ganhou notoriedade nas redes sociais ao compartilhar, de forma aberta e sensível, sua rotina de tratamento, reflexões sobre a vida e os desafios emocionais de conviver com uma doença grave desde a adolescência. O diagnóstico ocorreu quando ela tinha apenas 15 anos.

    Mesmo diante das limitações impostas pela doença, a influenciadora manteve uma presença ativa na internet, criando conteúdos que misturavam informação, fé, maternidade e esperança. Ao longo desse período, conquistou milhares de seguidores, que acompanhavam de perto sua trajetória.

    Ela deixa o marido, Lucas Borbas, e o filho Arthur, de apenas um ano. A família informou que Isabel lutou até o fim e que agora busca esclarecimentos sobre a condução do tratamento médico recebido.

    A morte precoce de Isabel gerou forte comoção nas redes sociais, com mensagens de despedida, solidariedade e homenagens de seguidores e criadores de conteúdo que acompanharam sua história.

    O caso reacende debates importantes sobre o impacto das doenças graves em jovens, o papel das redes sociais como espaço de apoio emocional e a necessidade de atenção humanizada no tratamento de pacientes oncológicos.


    📚 Fonte e referência

    Informações baseadas em reportagem da revista Quem, do Grupo Globo.

    Fonte original: Revista Quem — janeiro de 2026.

  • Câmara dos Deputados debate política nacional de atendimento às pessoas com fibromialgia

    Painel de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre fibromialgia
    Audiência pública discutirá a implementação da Política Nacional de Atendimento às Pessoas com Fibromialgia.

    A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados realizará na próxima terça-feira (11), às 17h, uma audiência pública para discutir a implementação da Lei nº 15.176/2025, que institui a Política Nacional de Atendimento às Pessoas com Fibromialgia.

    O debate foi solicitado pelos deputados Dr. Jaziel (PL-CE) e Paulo Folletto (PSB-ES) e acontecerá no Plenário 7, em Brasília. A iniciativa busca garantir que a nova legislação seja aplicada de forma integrada entre União, estados e municípios, beneficiando milhões de brasileiros que convivem com a condição.

    Por que isso importa

    A fibromialgia é uma condição crônica e incapacitante, caracterizada por dores generalizadas, fadiga e hipersensibilidade, afetando a qualidade de vida e a capacidade de trabalho de quem convive com o diagnóstico.

    Pontos centrais em discussão

    • Acesso ao diagnóstico no SUS e encaminhamento ágil;
    • Tratamento multidisciplinar contínuo e baseado em evidências;
    • Fornecimento de medicamentos e protocolos clínicos;
    • Reabilitação e reinserção social com apoio psicossocial;
    • Capacitação de profissionais de saúde e criação de centros de referência;
    • Articulação entre União, estados e municípios para efetividade da lei.
    Vista interna da Câmara dos Deputados durante sessão
    Plenário 7 sediará o debate às 17h do dia 11/11.

    Serviço

    • O quê: Audiência pública sobre a Política Nacional de Atendimento às Pessoas com Fibromialgia
    • Quando:
    • Onde: Plenário 7 – Câmara dos Deputados (Brasília)
    • Transmissão: Portal da Câmara dos Deputados
    • Proponentes: Dep. Dr. Jaziel (PL-CE) e Dep. Paulo Folletto (PSB-ES)

    Fonte e reprodução

    Conteúdo baseado em informações da Agência Câmara Notícias. A reprodução é autorizada desde que citada a assinatura “Agência Câmara Notícias”.

    Tags: fibromialgia, saúde, políticas públicas, Comissão de Saúde, Câmara dos Deputados

  • Fibromialgia: Conheça Seus Direitos e Lute por Eles!

    Mulher com dor, simbolizando a fibromialgia e seus direitos
    A luta por direitos de quem vive com fibromialgia

    Se você faz parte do grupo FibroVivaPG, já sabe o desafio que é conviver com a fibromialgia. A dor crônica, a fadiga e os outros sintomas invisíveis dificultam a vida diária e, muitas vezes, o trabalho. No entanto, é fundamental saber que a fibromialgia, quando causa incapacidade, pode garantir direitos legais importantes.

    O preconceito e a desinformação ainda são grandes obstáculos. Muitas vezes, a palavra do paciente é questionada e os pedidos de benefícios são negados. Mas, com a documentação correta e o conhecimento das leis, é possível ter o reconhecimento que você merece.

    A Fibromialgia é Considerada uma Deficiência?

    A fibromialgia, por si só, não é uma deficiência. Mas as limitações que ela causa, como a incapacidade de realizar tarefas diárias e de trabalho, podem ser equiparadas a uma deficiência para fins legais.

    Recentemente, a fibromialgia foi incluída na Classificação Internacional de Doenças (CID-11) sob o código MG30.01. Essa inclusão é um passo importante, pois dá mais respaldo médico para o diagnóstico.

    Além disso, algumas leis estaduais e municipais já equiparam a fibromialgia a uma deficiência, garantindo direitos como acesso preferencial e assentos em transporte público. No Distrito Federal, por exemplo, a Lei 6.641/2020 reconhece a fibromialgia como uma deficiência oculta. O PL 4.399/2021 busca o mesmo reconhecimento em nível nacional.

    Direitos no Trabalho e no INSS

    Um dos maiores desafios para quem tem fibromialgia é manter o emprego. A dor e a fadiga podem impedir que a pessoa trabalhe de forma integral. Nesses casos, a legislação brasileira oferece proteção:

    • Auxílio-Doença (Auxílio por Incapacidade Temporária): Se a fibromialgia o impede de trabalhar por mais de 15 dias consecutivos, você pode ter direito a esse benefício. Para conseguir, é fundamental apresentar laudos médicos detalhados que comprovem a incapacidade e a intensidade dos sintomas.
    • Aposentadoria por Invalidez (Aposentadoria por Incapacidade Permanente): Se a incapacidade for total e permanente, sem chances de reabilitação para outra função, é possível solicitar a aposentadoria por invalidez.

    Atenção: Em ambos os casos, é essencial ter um histórico médico robusto, com exames, relatórios de especialistas (reumatologista, neurologista) e, se possível, de fisioterapia e psicologia.

    A Chave Para o Sucesso: Documentação Médica Detalhada

    A diferença entre um pedido DEFERIDO e INDEFERIDO muitas vezes está na qualidade da documentação. Não basta ter apenas o diagnóstico. Seu laudo médico deve ser um aliado, descrevendo:

    • O diagnóstico completo: Nome da doença, código (CID-11).
    • O histórico da doença: Há quanto tempo você sente os sintomas.
    • Os sintomas atuais: Detalhar a dor, a fadiga, o distúrbio do sono, a dificuldade de concentração, etc.
    • As limitações que a doença causa: Como ela afeta suas atividades diárias (tomar banho, vestir-se) e, principalmente, suas atividades de trabalho. Use exemplos concretos.
    • Os tratamentos realizados: Quais medicamentos foram usados, as terapias (fisioterapia, pilates, acupuntura) e se houve melhora ou não.
    • O parecer do médico: O especialista deve concluir que a doença causa uma incapacidade para o trabalho, justificando o motivo.

    Lembre-se: o perito do INSS não é especialista em fibromialgia. Ele precisa de um relatório claro e detalhado para entender a gravidade da sua condição.

    Como Agir em Caso de Negativa?

    Se seu pedido for negado, não desanime. Você pode e deve recorrer da decisão. O ideal é buscar orientação de um advogado especialista em direito previdenciário. Ele pode ajudar a reunir as provas necessárias, como novos laudos, e iniciar um processo judicial.

    A jornada é difícil, mas você não está sozinho. Conhecer seus direitos é o primeiro passo para garantir a qualidade de vida que você merece.


    Foto de Samuel Sleiman Mouchaileh Neto, administrador social e líder comunitário

    Samuel Sleiman Mouchaileh Neto é Administrador Social, Líder Comunitário e especialista em Gestão Pública e em Gestão Estratégica de Pessoas e Inovação. Fundador e presidente do Instituto União Colônia Dona Luiza (IUCDL), atua na promoção de projetos sociais, culturais e esportivos em Ponta Grossa, sempre com foco na inclusão, na solidariedade e no desenvolvimento local. Estudante de Direito e gestor público, é comprometido com a transparência e a transformação da comunidade.

  • Vacina do crack’: o que é novidade promissora que pode ajudar dependentes

    Uma vacina em desenvolvimento pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) promete tratar a dependência da cocaína e do crack.

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  • Paraná é o primeiro Estado a oferecer medicamento para tratar animais com esporotricose

    O Paraná é o primeiro Estado do Brasil a incorporar no Sistema Único de Saúde (SUS) o medicamento para tratar o animal infectado com a esporotricose, uma micose emergente causada por fungos. O medicamento, que é fornecido pelo Ministério da Saúde (MS) exclusivamente para o tratamento nos humanos, foi adquirido pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) com recursos próprios do Estado. O investimento foi de R$ 79 mil para subsidiar a compra de 100 mil comprimidos que serão direcionados somente para o tratamento de animais.

    Leia mais: Paraná é o primeiro Estado a oferecer medicamento para tratar animais com esporotricose

    Parte desse quantitativo já foi direcionado para as Regionais de Saúde que apresentam casos confirmados da doença.

    “Esta é uma doença que deve ser tratada de forma única pelo SUS. Para quebrar o ciclo de transmissão o animal também precisa receber o tratamento medicamentoso adequado, que passa a ser agora também fornecido gratuitamente para todo o Paraná”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

    A Sesa promove diversas ações para fortalecer o controle e a prevenção da esporotricose no Estado. A formalização sobre a inclusão do medicamento no SUS do Paraná se deu por meio da Nota Técnica 06/2023 em conjunto com o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar). Além de justificar sobre o uso do medicamento nos animais, a nota orienta e estabelece os fluxos para a vigilância da doença em todo Estado.

    A Sesa também publicou a Resolução Sesa 93/2022 a qual tornou a esporotricose uma doença de interesse estadual e notificação compulsória no Estado. Essa determinação permite que a vigilância de zoonoses tenha um panorama muito mais real sobre a doença em todo Estado.

    DADOS – De acordo com dados preliminares do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), neste ano já foram confirmados 1.006 casos de esporotricose em animais. Sendo a maioria na 2ª Regional de Saúde (RS) Metropolitana (629), seguido pela 9ª RS de Foz do Iguaçu (160), 20ª RS de Toledo (82), 1ª RS de Paranaguá (39), 11ª RS de Campo Mourão (39), 18ª RS de Cornélio Procópio (35), 10ª RS de Cascavel (7), 3ª RS de Ponta Grossa (6), 5ª RS de Guarapuava (5), 17ª RS de Londrina (3) e 15ª RS de Maringá (1).

    Já em humanos o número preliminar neste ano é de 211 casos positivos, sendo a maioria (107) na 2ª RS Metropolitana.

    DOENÇA – A Esporotricose é uma micose emergente causada por fungos do gênero Sporothrix. Esses fungos são encontrados na terra e em materiais em decomposição, como madeiras, galhos e folhas, podendo afetar tanto animais quanto humanos.

    O ciclo de contágio é uma das principais dificuldades na prevenção e controle dessa doença, pois envolve o meio ambiente, o animal e o humano.

    O animal pode ser infectado pelo meio ambiente contaminado ou através da interação com outros animais infectados. O gato doméstico é o bicho que apresenta alta carga fúngica, sendo o principal hospedeiro na via de transmissão da doença.

    A esporotricose nos animais manifesta-se por meio de lesões e feridas profundas, geralmente com pus, que não cicatrizam e evoluem rapidamente. Esses animais devem ser isolados e tratados rapidamente. Ao manuseá-los o tutor deve usar equipamentos de proteção individual, tais como luvas, óculos, avental, etc., e ministrar diariamente os medicamentos receitados por veterinário.

    Quando ocorre a morte do animal pela doença, ele deve ser cremado e não enterrado, para evitar que continue o ciclo de infestação dos fungos na terra.

    O humano por sua vez, pode ser infectado pela mordedura, arranhadura e contato direto com lesões de animais contaminados. O contato com a matéria orgânica ou solo contaminado pelo fungo no ambiente também pode ser uma forma de contagio.

    O sintoma inicial ocorre por meio de uma lesão que é similar a uma picada de inseto e o aparecimento de ferimentos e úlceras na pele e nas mucosas. Em casos mais graves o fungo pode afetar os pulmões surgindo tosse, falta de ar, dor ao respirar e febre. As articulações e ossos também podem ser afetados, apresentando inchaço e dor ao se movimentar.

    O tratamento, que deve ser feito com orientação e acompanhamento médico, pode levar de três meses a um ano.Vale ressaltar ainda que a doença tem cura tanto para os animais quanto aos humanos e a melhor forma de combater a disseminação deste agravo é a realização correta do tratamento. Ao se deparar com um animal de rua em situação suspeita deve-se avisar a Vigilância em Saúde do município e não tocá-lo. Se for um animal de estimação, este deve ser levado imediatamente ao veterinário.

    Foto SESA

    A Sesa reforça que o animal, assim como o humano é uma vítima e não deve ser maltratado ou abandonado.

    Fonte SECRETARIA DA SAÚDE

    blogdomuka

  • Os efeitos do café na saúde mental

    Queridinho no mundo inteiro, o café pode ser encontrado em grãos torrados, moído, em cápsulas e até saborizado.

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  • Saúde, Justiça e Segurança só teremos isso em Jesus Cristo.

    Segurança pública, justiça e saúde são os postes que iluminam uma nação que pretende caminhar para o desenvolvimento.

    Infelizmente nosso país tornou-se palco de disputas de ódio. O reflexo pós pandemico revelou o caos da saúde pública. O SUS já desacreditado vive de aparências, o sistema privado de saúde cobra valores absurdos e não conseguem entregar o mínimo aos associados

    A justiça. Ah! justiça. Condenaram um por opinião e libertaram um por corrupção

    Felizmente a segurança pública foi algo que avançou muito, os indicadores são favoráveis a população, o que temos registrado são mortes de participantes de facções criminosas, isso é um alívio, e aos poucos os agentes públicos de segurança estão sendo devidamente valorizados, com equipamentos, viaturas e equipamentos claro, remuneração.

    O embate inteligente fortalece a democracia.

    Para melhorar as condições de segurança, termos juízes justos e o atendimento à saúde em todas as regiões, o povo deve buscar e confiar no governo de Jesus Cristo.

    #PelaQualidadeDeVidaNosBairros

  • Brasil registra 53,4 mil casos por Covid em 24 horas, e média móvel sobe para 23,3 mil por dia

    Divulgação é do consórcio de veículos de imprensa. Brasil tem 619.730 óbitos e 22.395.322 casos do novo coronavírus. Média móvel de casos subiu acima de 17 mil; especialistas relacionam alta a avanço da ômicron e apagão de dados em dezembro.

    O Brasil registrou 171 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas e totalizou nesta quinta-feira (6) 619.730 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias chegou a 101, voltando a ficar acima de 100 após 6 dias. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -10%, indicando tendência de estabilidade nos óbitos decorrentes da doença.

    Quatro estados não tiveram registro de morte no dia: AC, AL, AP e RR.

    São 22.395.322 casos registrados desde a chegada do vírus ao país, sendo 45.717 deles nas últimas 24 horas –o maior registro desde 18 de setembro de 2021 (quando superou 125 mil devido a dados acumulados do RJ). Já a média móvel de casos subiu para 17.100. (a maior desde 6 de outubro de 2021, quando estava em 17.102). O aumento foi de 477% na comparação com duas semanas atrás.

    Em seu pior momento, a curva da média móvel nacional de casos chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho de 2021.

    Especialistas acreditam que o aumento de casos visto nos últimas dias é resultado de uma combinação: dos dados que ficaram represados por conta da instabilidade do sistema de notificações do Ministério da Saúde e da disseminação da variante ômicron.

    O dado que mais chama atenção nesta quinta é o de diagnósticos registrados no Piauí em 24 horas. Foram mais de 9,6 mil, o maior da série histórica do estado (e mais de 3 vezes o recorde anterior, de 2.915, registrado em abril de 2021). A secretaria explicou que o número é referente a casos represados desde o começo de dezembro, resultado da instabilidade no sistema do ministério.

    Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

    Veja a sequência da última semana na média móvelde óbitos:

    *Sábado (1º): 97
    *Domingo (2): 98
    *Segunda (3): 96
    *Terça (4): 96
    *Quarta (5): 98
    *Quinta (6): 101
    *Sexta (7): 110


    Em 31 de julho, o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, em 12 de abril.

    Cinco estados não tiveram registro de morte no dia: AC, AP, RR e SE. No Acre, também não houve registro de novos casos no dia.

    Normalização do sistema

    Os estados começaram a normalizar na terça (4) a divulgação de números de Covid-19 no Brasil após o apagão de dados do Ministério da Saúde.

    Em 12 de dezembro, o ministério informou que o processo para recuperação dos registros dos brasileiros vacinados contra a Covid-19 foi finalizado, sem perda de informações. Mas, no dia seguinte, o ministro Marcelo Queiroga disse que houve um novo ataque hacker. A previsão de estabilização dos sistemas (14 de dezembro) não foi cumprida.

    Brasil, 7 de janeiro

    Total de mortes: 619.878Registro de mortes em 24 horas: 148Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 110 (variação em 14 dias: +14%)Total de casos confirmados: 22.448.741Registro de casos confirmados em 24 horas: 53.419Média de novos casos nos últimos 7 dias: 23.338 por dia (variação em 14 dias: +639%)

    Estados

    Em alta (10 estados): SE, MT, PA, BA, CE, SC, SP, MA, PE e ROEm estabilidade (7 estados e o DF): AC, DF, TO, PR, AM, MG, PI, RJEm queda (9 estados): PB, MS, ES, GO, RS, RN, AL, AP, RR

    Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

    Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

    Veja a situação nos estados

    Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/g1

    Consórcio de veículos de imprensa

    Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal (saiba mais).

    Fonte G1.com