
É difícil perder alguém que se foi para sempre, ainda mais uma criança, esse ser indefeso e tão delicado. Não há palavras que ajudem a aceitar melhor o momento. A única solução é chorar, lamentar e deixar que o tempo ajude seu luto.
Em nota a Universidade informa que a paciente recebeu todo suporte médico disponível.
A Universidade Estadual de Ponta Grossa, por meio de seu Hospital Universitário Materno-Infantil, esclarece que a paciente, de 03 anos, foi atendida na manhã de 04 de janeiro, no Pronto Atendimento, com febre, vômito e dor abdominal. Encaminhada para a UPA Santa Paula, a paciente retornou ao Hospital com eletrocardiograma em ritmo normal. Na Unidade de Terapia Intensiva, foi detectada uma miocardite, com provável causa viral, e uma cardiomegalia (coração grande), com função ventricular comprometida. No período da tarde e à noite, a paciente apresentou duas arritmias, as quais foram revertidas, voltando à estabilidade. Infelizmente, a paciente não resistiu ao terceiro episódio de taquicardia, situação em que recebeu todo suporte médico disponível para casos como este. A instituição sente profundamente a perda e presta condolências à família neste momento
Ketlyn Kauany Alves Cruziniani faleceu no dia 04 de janeiro de no HUMAI, a criança foi encaminhada ao hospital após apresentar problemas cardiorrespiratórios. Segundo informações os familiares foram orientados a encaminharem a criança para a Unidade de Pronto Atendimento (PAI) , que fica localizada junto à UPA Santa Paula. Após receber atendimento na Unidade, Ketlyn foi encaminhada novamente para a HUMAI, onde acabou falecendo.
Em nota a UEPG confirmou que os pais da criança buscaram o primeiro atendimento na HUMAI e foram direcionados para que atendimento no Pronto Atendimento Infantil localizado no Santa Paula. No retorno para a HUMAI a criança foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde apresentou problemas cardíacos, não resistiu e faleceu.
A morte de uma criança nunca se supera facilmente, aliás nunca se supera de forma alguma. Mas a verdade é que com fé talvez a dor fique menor; talvez a saudade e a tristeza se deixem vencer pela esperança. O importante é acreditar que em algum lugar essa criança está feliz. Meus sentimentos aos familiares, como pai de 3 filhos pequenos, eu sinto essa dor.
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